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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Mercenários. Quando a violência faz todo sentido

Uma das franquias mais divertidas dos últimos tempos - pra mim, só perde para os Vingadores, em diversão -, prova o que a minha geração sempre soube: Stallone é legal pra caramba.



A sacada de reunir a turma da terceira idade do cinema brucutu é, por si só, divertidíssima. Inclua-se aí, a reunião da santíssima trindade da pancadaria: Sly, Bruce Willis e, claro, Arnold Schwarzenegger, ta na cara que rola algo diferente e digno de marcar história.

Óbvio, também, que a franquia não se destina a quem curte, exclusivamente, cinema reflexão/arte/blablabla. É daquelas que vale pela diversão, relax. Tem que entrar na brincadeira e desapegar do politicamente boring correto.
Livre-se do preconceito e se divirta com a violência na sua essência oitentista: livre, justiceira e puramente fantasiosa. Ninguém é menos inteligente ou é psicótico por curtir o filme, então facção intelectualóide de críticos e chatos: danem-se...

Tudo funciona, principalmente no segundo filme: a química entre Stallone e Jason Statham; as participações de Van Damme e Chuck Norris, as piada internas, como a do personagem de Dolph Lundgreen, que, assim como o ator, tem mestrado em Engenharia Química pelo MIT (olha só como preconceito com o intelecto das pessoas é algo estúpido!!). 


Delícia é ver, desta vez, Bruce Willis e Schwarzenegger em ação. O eterno terminator, aliás, faz um milhão de referências ao seu personagem mais famoso. Repete o bordão I will be back várias vezes... muito bom, e da o tom do que é o conceito do projeto Mercenários: é uma ode ao cinema de ação.

A cultura pop está no DNA de tudo. E o filme a homenageia e a agrega: assim como na citação de um dos Chuck Norris facts:  a cobra que picou Chuck Norris, depois de cinco dias agonizando, morreu. 


Do sarcasmo com a própria idade dos atores principais à piadas politicamente incorretas absolutamente hilárias (rest im pieces, eu gargalhei), tudo é pura diversão. Lutas, perseguições, explosões. Putz, é tudo muito legal!

Tomara que role o 3 e a versão feminina.




terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Tempo que passa - Comando para Matar

Direto da década dos clássicos brucutus, Comando para Matar pode ser entendido como perfeito exemplar das produções de ação dos anos 80. Repleto de clichês e muito sangue, não deixa de ser muito divertidíssimo se entrar no espírito da coisa.
No filme, o herói John Matrix, vivido por um Arnold Schwarzenegger já bem famoso, é um ex-agente do governo obrigado a voltar ao trabalho quando sua filha de 11 anos é sequestrada por antigos inimigos. Bom sujeito e super pai,  mas sem perdão com exércitos de ditadores do terceiro mundo (fica esperto, Chavez), Matrix mata 146 pessoas durante o filme.Detalhe, 138 das 146 mortes acontecem em apenas 10 minutos de filme.
É clássico da sessão da tarde para ver sem preconceitos.
Como quase todos os filmes famosos dos eigths, dizem estar sendo providenciado um remake....

Obs: a pesquisa de imagens é do maridão, Sérgio Belintani.

Arnold Schwarzenegger teve uma mega carreira. Gosto particularmente da fase de comédias que satirizavam o próprio estilo que o consagrou como  True Lies e o Ùltimo Grande Herói, além da saga do Exterminador do Futuro, claro. Depois, todo mundo sabe, virou governador da Califórnia e dizem que está voltando ao cinema.   



Depois de ser a filha sequestrada em CPM, Alyssa Milano não fez muitos filmes, mas em 2011 tem uma estreia programada para março com Passe Livre.  Ficou bem conhecida por papéis em séries de TV, a mais famosa foi Charmed
Rae Dawn Chong tem em uma filme para TV (Força de Impacto o último trabalho). Fez A Cor Púprura. Em CPM, ela aparece meio do nada na estória e ajuda matrix no resgate... 
Um dos trocentos vilões de CPM, Bill Duke esteve em O Predador, Mudança de Hábito II, Dragão Vermelho e X Men, O Confronto Final. Ah, fez participação especial em lost, lembram? é o diretor da cadeia onde James Sawyer Ford passa uns tempos...