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quarta-feira, 9 de março de 2011

Enquanto isto, nas séries

No geral, temporada mediana. Por isto mesmo, tenho dedicado mais espaço ao cinema no blog.
E, claro: é tudo opinião meramente pessoal. Como é a da grande maioria dos blogs, né...

Universo paralelo sem sal. BOlívia sucks
Já deu
Fringe já deu pra mim. Muito elogiada por todos, a série de ficção me cansou quando viajou na máquina de acabar com o mundo que conhecemos e que funciona em contato com o cérebro do carinha sem carisma. E teve o povo sem classe do universo paralelo. Odiei todo mundo e parei, por enquanto.
Outra que já falei e que já deu é House. Apaixonado e trocando fralda de criança foi demais. Vejo de vez em quando porque o marido gosta. Até tem tido uns episódios melhorzinhos, mas está muito irregular.Foi pro meu limbo de séries mesmo.

Declínio
Elogiei demais Glee ano passado. Mas a coisa deu uma derrapada pavorosa e ta em queda livre. Começou pela qualidade musical, que tem sido lamentável. Hitisinhos efêmeros e destruição dos poucos clássicos, está evidente que a série está sendo pensada para vender cd para adolescente.
A estória perdeu o encanto.Tudo tão politicamente colocado para atingir ou agradar certos grupos que ficou chato. Estou dando um tempo. Ryan Murphy já seu recado. Agora chega de advogar em causa própria, ta na hora de ser profissional.
ps - alívio que o Gun´s não tenha permitido o uso de suas música.

Empolgada 
Nunca foi um primor, teve momentos muito especiais (como as várias participações especiais) e outros de lascar a paciência (Lana), mas deixará saudade. Smallville se despede com a temporada - no todo - mais bacana de ser assistida para quem é fã do casal Lois e Clark. Curto cada momento e episódio - até os menos inspirados. Afinal, é o climax do surgimento do Superman. Menção honrosa às tantas referências ao filme e ao Clark criado por Christopher Reeve!
E me pergunto: por que a série teve que ter, e por tanto tempo, a megachata da Lana fazendo até o Clark ser chato?? por que???

Na média
Greys Anatomy segue na média. Cansei do núcleo lésbico (nada pessoal, nem preconceito), mas Cristina e Meredith seguram muito bem o dramédia, que no geral, é legal e tem alguns episódios muito bons. Não dá para dispensar.

Acima da média
O que começou puro guilt pleasure é das poucas séries que não deixo para a próxima semana. Vampire Diaries é muito dinâmica e desenvolve as estórias em arcos curtos, que vira um vício. Entre vampiros, bruxas e lobisomens, a coisa gira, sabe. E tem sua própria mitologia. O que é muito interessante em qualquer série.
Pode não ter os melhores atores, nem os mais incríveis diálogos do mundo, mas é muito divertida. Outro mérito é não insistir em personagens chatos. É uma fórmula simples que estão esquecendo de usar na TV: não enrole com o que não poderá explicar decentemente e faça a coisa acontecer.  

Estreias promissoras
Ou ando com enjoo crônico de seriados ou a criatividade está em falta mesmo. Das estreias, raras me despertaram atenção e fizeram parar para assistir. Mesmo assim, enrolei um tanto e foi só no feriadão que arrisquei.
Lights out - drama sobre boxeador aposentado no auge de uma curta carreira. Sou fã de Rocky, saga de superação de Sly, sabem né... Talvez por isto, gostei do episódio piloto, que lembra o drama de Rocky V - pugilista que apanha mais do que alguém pode aguentar, é obrigado a parar de lutar por risco à saude e pressão familiar e fica sem dinheiro. Elenco legal, estória confere, tema novo em seriados. Ta na lista para seguir sim.
Outra que gostei muito foi Camelot. Seriado superprodução sobre a lenda do rei Arthur, do canal Starz (Spartacus). Aqui a estória parte da morte do rei Uther já. Tem Morgana bem má, Merlin com personalidade, paisagens bonitas, figurino divino. E é bem apimentado!! Gostei muito do episódio piloto da série, que começa pra valer em abril. Ainda aguardo, contudo, uma série que revisite a maravilhosa saga Brumas de Avalon...

Atualizando e aguardando
Por fim, sigo tardiamente com True Blood. Terminando a segunda temporada e já aguardando a quarta. Mesmo com todas suas bizarrices, adoro! 
   

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Nova Temporada

De volta à rotina semanal das séries, Grey´s Anatomy vence com imensa vantagem o troféu de melhor reestreia dentre as que assisto.
Sem coragem ainda para tentar um novo show - perdi a fé depois da última decepcionante temporada de Lost - prefiro aguardar um pouco antes de engrossar o set list de downloads.
Claro que tem spoilers abaixo, tá.

Voltando a Grey: com tudo o que a série tem de melhor e livre de vez dos personagens irritantes - O`Malley e Izzie - o seriado tem potencial para ter sua melhor temporada. O início foi empolgante: bons diálogos, dose certa de humor irônico, a amizade perfeita entre Meredith e Cristina e o que era imprescindível, repercutir o massacre do final da temporada passada, temperando com a dose de drama usual. Palmas especiais para a detonada de Lexie em Karev: " Você pensa que é tão durão porque sobreviveu. Eu sou a razão para isso. E quando estava morrendo, você chorava pela esposa que te largou. É o oposto de durão, se quer saber".

House foi quase uma decepção. Morna estreia de temporada. Sem gracinha. Talvez porque queiram que entendamos que House feliz com Cuddy não rola. Pareceu que os dois estavam tão desconfortáveis com a nova situação, os personagens e os atores. Ou foi de propósito? Tem casais que só funcionam no platônico. 
Só sei que House sorrindo de verdade, e não de sarcasmo, é estranho demais.  Acho melhor o romance parar naquele dia idílico que passaram. Faltou um caso médico decente também.

Life Unexpected é uma série fofinha que deve se manter sempre assim: fofa. E foi o que aconteceu. Mudanças suaves de perspectivas, mas que não afetam o tom da coisa. Engraçadinha e leve. Torço pra que pegue de vez. E que Baze se acerte com Cate.

Mantendo o que a consagrou, Glee matou a saudade das boas tiradas e dos personagens que já adoramos. Sue Silvester maldosa como nunca é minha referência atual em vilã. Rachel magrela e de franjinha e Puck sem moicano dão pistas do patamar alcançado pela série: agora o visual dos atores é detalhadamente talhado para o mainstream de Hollywood.
Musicalmente foi até chato pelos números de canções "moderninhas" americanas - mas fez sentido com o que propôs o roteiro. A propósito, não passou da hora de homenagear Michael Jackson?
A boa notícia é que não devemos ter episódio da Madona nesta temporada. A má é o canastra John Stamos aparecendo em breve...   

E tem os dois guilt pleasures que vejo sem nenhuma culpa, na verdade.  

Merlin é da Disney. Por isto mesmo ja esperava que transformassem minha personagem feminina preferida da literatura, Morgana, na vilã.
Divertidinha, não acho que o seriado deva passar desta temporada se não houver uma grande reviravolta. Ah, mas é da Disney, né..Ao menos, serve de consolo pelo fim do Seeker para quem curte fantasia. Mas espero mesmo é a estreia de Camelot. Esta sim vou assistir de primeira.
 
Por fim, tem Vampire Diares, que continua legal por ser quase trash. Finalmente Katherine da as caras e as coisas esquentam. Só não consigo entender por que ela, toda descolada e cool, tem fixação pelo irmão boring. No entanto, aguardo ansiosamente que Kath dê um fim na Bonnie - a bruxa mais mala e tediosa do entretenimento ever....E pelos lobisomens. E tomara que deixem Caroline engrossar a lista de vampiros. E que ela vire uma vampira que se preza! Palmas para a cena que a recém chegada ao mundo das trevas sente o sol - parecia eu quando acordo! 

Falta conferir Fringe. É que falta coragem. É o efeito do fim de Lost...Não acredito mais em JJ Abrams e suas séries de mistérios. Cade o Neymar para demitir a cúpula da Bad Robot?