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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Cool Speech: Lost, by Os Simpsons

Análise de Lost, ops Encalhados - by Os Simpsons
lavando a alma dos trouxas - como eu - que passaram seis anos de suas vidas tentando decifrar o que não existia. 
Aviso para quem pensa em assistir a série: o fim é uma bomba grande e sem nexo, mais parecido com fim de novela do Manoel Carlos. Os roteiristas, que se fingiam gênios, não passavam de retardados que não tinham a mínima noção do que estvam fazendo. 

"Quer saber o que acontece nessa série estúpida?
1º, a "ilha misteriosa" fica a 15 km de Long Beach.

 Também, a Porta 3 evava pro inferno, 
Apesar dos criadores
terem insistido, acabou não levando
e todo o universo da série é um pedaço de cascalho em uma caixa de areia cósmica!"

Marge Simpson,
episódio 18 da 23ª temporada

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

2010


E assim foi 2010.
Essas listas são sempre pessoais e discutíveis. Puxando a memória, alguns fatos pops que fizeram o ano.

Por mais que eu tenha xingado, o fim de Lost fez história. Para o bem, a última cena. Para o mal, a falta de costura e sentido dos fatos da 5 temporadas anteriores, o after life desnecessário e a queda da máscara de Carlton Cuse e Damon Lindelof, que realmente não sabiam o que estavam fazendo. By the way, Jack morrendo ao lado de Vincent foi tocante - e o melhor de toda a sexta temporada.

Sem títulos, mas reforçando o mito de que corintiano vive do amor ao time e não só de vitórias, o Centenário do Timão foi emblemático para um time que sempre renascerá das cinzas - e vencerá o São Paulo - CPF na nota, freguês?

No ano de piadinhas via twitter, uma das mais criativas foi a Jonnhy Activia Walker - cagando e andando pra tudo e todos, a filosofia ideal para 2011, aliás. 

Falando em humor, minha franquia preferida de animação chegou ao fim: Shrek Para Sempre encerrou dignamente a mais criativa das obras do gênero. Inovação que veio também, mais uma vez de James Cameron, com Avatar. Se o roteiro não foi daqueles, a concepção do mundo dos azuis foi sensacional. 
O cinema teve, ainda, entre os bons momentos, um daqueles filmes dos quais todo mundo fala. A Rede Social trouxe reflexões, boas atuações e uma história impossível de ser ignorada, a de que neste novo mundo de conexões virtuais, os relacionamentos continuam baseados nos mesmos pontos fracos da humanidade: traição, amor e dinheiro.
Atrasada dez anos, descobri Harry Potter e devorei todos os sete filmes, incluindo a primeira parte do livro final. As Relíquias da Morte foi curtido na sala escura, como devem ser todas as grandes produções pops. Preconceito é mesmo uma merda, né. Anda bem que sempre da tempo de vencê-lo.

Já a TV teve um ano estagnado em novidades. O que valeu, no fim de tudo, foram as segundas temporadas de séries lançadas em 2009. Glee foi fofinha, falou de coisas sérias e fez chorar. Já com Vampire Diares, me diverti horrores com a série mais movimentada dos últimos tempos. Como li em algum lugar, realmente, seus roteiristas não têm preguiça!


E no evento futebolístico, o futebol foi de menos. Teve o beijo que roubou a Copa e o Polvo Paul vidente. Que já partiu, tadinho. 

O ciclo da vida é mesmo sacana. Que o diga o encantador de cães, Cesar Millan (quem tive o prazer de entrevistar durante o ano, meu grande feito pessoal!), que perdeu seu maior parceiro, Daddy, embaixador dos pitbulls, que provou que o preconceito com os cães da raça é uma grande bobagem. Rest in peace, Daddy.  E o ciclo da vida levou o diretor do melhor filme da saga Star Wars, O Império Contra Ataca. Rest in peace, Irvin Kershner. 

Que 2011 nos traga felizes e pops momentos para marcar nossa existência! Como deve ser...