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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Cool Speech: Lost, by Os Simpsons

Análise de Lost, ops Encalhados - by Os Simpsons
lavando a alma dos trouxas - como eu - que passaram seis anos de suas vidas tentando decifrar o que não existia. 
Aviso para quem pensa em assistir a série: o fim é uma bomba grande e sem nexo, mais parecido com fim de novela do Manoel Carlos. Os roteiristas, que se fingiam gênios, não passavam de retardados que não tinham a mínima noção do que estvam fazendo. 

"Quer saber o que acontece nessa série estúpida?
1º, a "ilha misteriosa" fica a 15 km de Long Beach.

 Também, a Porta 3 evava pro inferno, 
Apesar dos criadores
terem insistido, acabou não levando
e todo o universo da série é um pedaço de cascalho em uma caixa de areia cósmica!"

Marge Simpson,
episódio 18 da 23ª temporada

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Vampire Diares: finalmente Delena


Cena a la True Blood, da série mais legal no ar.Vampire Diaries é a única que me faz baixar os episódios logo no dia seguinte. O seriado é o mais dinâmico, o mais divertido e agradável: seus arcos de histórias não se prolongam, têm sempre reviravoltas, os vilões são ótimos e 90% dos personagens são lindos e interessantes.
Ah, e tem um triângulo amoroso que se pode comparar a Eric/Sookie/Bill: Stefan/Elena/Damon, (Paul Wesley, Nina Dobrev e Ian Somerhalder) uma sortudda no meio dos irmãos Salvatore. Na cena da vez, o casal preferido do público, após quase três temporadas inteiras de não quero, quero, chove, não molha, protagonizou uma deliciosa cena de beijo, com direito até a "me joga na parede". saco aquele irmãozinho sem graça cortar o barato, né...



Os três são tão legais juntos. Por que ela tem escolher, mesmo???
Abaixo capa de ensaio sensual com envolvendo os três belos. 



sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Slash não existe

É fato. Slash é legal demais para ser real. Ele é mais um estado de espírito, um sentimento no seu coração...South Park decifrou a coisa toda.

No quinto episódio da 15ª temporada, os meninos descobrem que o guitarrista super cool é, na verdade, uma fábula baseada na história do holandês Vünter Slauche. O mito é mantido pelos pais, que prometem que Slash tocará nos aniversário, se as crianças se comportarem durante o ano... 
Cartmam e os meninos ficam deprimidos. Quando ele questiona quem é que tocou guitarra na sua festa de 8 anos, fica sabendo que foi alguém disfarçado, pois os pais sempre se vestem de Slash para manter a lenda viva. 
Faz sentido, é super fácil se disfarçar de Slash! 

O mais hilário? - quem é que tocou guitarra no Guns N´ Roses, então? - pergunta o balofo 
                       - um dos nossos pais !!! - respondem

No Twitter, Slash comentou:
-I’m not……real? : (

Sério: E eu teria sido uma criança mais feliz se tivessem contado esta lenda no lugar do chato do Papai Noel.

Tão cool quanto Slash, só o próprio South Park..


.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Seriado: Harry`s Law

Dramédia de tribunal protagonizada por Kathy Bates, com leves tiradas sarcástiscas e reflexões sobre temas controversos.
Gênero de pouca atração pra mim, foi uma possível semelhança com os áureos tempos de House que me levaram a conhecer a série da NBC sobre a advogada consagrada  no segmento de patentes, Harriet Korn, que, em um espasmo de tédio profundo, chuta o balde para encontrar algum estímulo que faça a vida valer a pena.
Dos escritórios sinestésicos das grandes corporações, ela parte para uma salinha xumbrega em um bairro de "má reputação", onde, sua secretária administra paralelamente um negócio de sapatos femininos de gosto duvidoso.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Leonardo, alguém mais?

Leonardo Da Vinci descolado usando All Star é uma visão bastante plausível se o gênio estivesse crescendo entre nós, nos dias atuais. A versão fica mais legal se for visualizada em plena Florença renascentista, no século XV.
É esta a proposta da produção da BBC Leonardo. O seriado mostra Leo Da Vinci jovem, cultivando já suas grandes ideias, como um artista aprendiz. Os toques de contemporaneiadade - além de algumas vestes, a trilha sonora, são uma ousadia divertida, que só fica evidente a quem presta mais atenção aos detalhes. Os episódios são curtinhos - cerca de 30 minutos, e sempre bem movimentados.
As estórias envolvem conspirações, amizade, até ecologia, e aventuras diversas vividas pelos amigos, que incluem um EMO! Tem também um interesse amoroso para Leonardo, uma aprendiz de arte que se disfarça de garoto para poder aprender a pintar. E Maquiavelli, o grande amigo filósofo aqui um golpista astuto e prático, claro. 
O resultado é um show diferente, pelo contexto e pelo estilo de produção da BBC. E bem divertida. Tem programado 13 episódios.  
O elenco tem Jonathan Bailey Flora Spencer-Longhurst e Akemnji Ndifernyan.

Aliás, tem alguém, além de mim, acompanhando a série? 

E pois é, Camelot foi cancelada. Mas não quero falar sobre isto. Muito puta. Foda-se Starz.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Sofá dos Simpsons

Trocentas versões diferentes da reunião da família Simpsons no sofá, no fim da abertura da animação, já foram ao ar nestas 22 temporadas do desenho. A famosa "piada do sofá" ou coachs gags já teve zilhões de inspirações: auto-referências, cinema, outros personagens, capa de disco famoso, super hreróis, situações corriqueiras ao total  ao noonsense total.
Além da formação no sofá, as aberturas têm também as frases que o Bart escreve na lousa e o solo de sax da Lisa mudados constantemente. É criatividade pra cacete!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Oscar e seu dom



Mais do que uma recomendação de leitura, o papo agora é sério. A dica é o livro O incrível dom de Oscar, do médico David Dosa, obra que deve virar filme pelas mãos dos roteiristas de Sempre ao Seu Lado.
A união de uma linda história com a sensibilidade dos caras que têm mão certeira para levar para as telas personagens do mundo animal, deve criar mais um daqueles épicos filmes que acabam em choro convulsivo.
Mas valem cada lágrima 

domingo, 12 de junho de 2011

Casais cools


 A cultura pop têm muitos casais marcantes. 
Alguns são universalmente conhecidos, outros nem tanto, mas marcam tanto e podem ser até mais legais do que muitos dos que estão em todas. 
Da vida real ou não, meus casais preferidos, neste dia dos namorados.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Bastidores do final de Smallville


Adoro estas fotos descontraídas de bastidores. Já estou com saudades de Smallville!
Aqui tem mais...

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Camelot. Uma lenda e suas versões

Entre episódios empolgantes e outros nem tanto, Camelot é um bom entretenimento para quem curte a linha fantasia medieval.
A série revisa a grandiosa lenda do Rei Arthur, com muito charme, a partir de uma livre adaptação da obra Le Morte d’Arthur, de Thomas Malory.
É uma adaptação contemporânea, tem linguagem coloquial e ritmo de seriado. Não é um filme (diferença básica que muitos ainda não entendem). Caras conhecidas no casting, como Joseph Fiennes (Flashfoward) e Jamie Campbell Bower (que já fez Harry Potter e Crepúsculo), além de Claire Forlani (Encontro Marcado) e  Eva Green (007 – Cassino Royale), que, alíás, está fantástica como Morgana, a irmã bruxa de Arthur. Produção caprichada.

A estória da série, dizem, foge bastante da obra original. Até o  Zé Mayer da Távola Redonda, o cavaleiro Lancelot, aqui virou Leontes, se não estou tão perdida, pois é entre ele, Guinevere e Arthur o mais famoso triângulo amoroso da idade média.


quinta-feira, 2 de junho de 2011

Tom como Super

Ainda Smallville
No contraponto do posicionamento bocó da Warner (como dito no post anterior), surtaram pela net zilhões de montagens de (lindo) Tom Welling trajando decentemente o uniforme do azulão.
Veja aí:

 

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Smallville, o fim e o legado

Não teve Clark de uniforme de Super. Não como deveria ser. As imagens distantes de voo, o close do S, enquanto Clark se prepara para voar, no finzinho, ao som do tema criado por John Willams para o filme, entretanto ajudaram a superar a frustração criada, de fato, pela imbecilidade dos executivos desta empresa de merda que é a Warner, detentora dos direitos do personagem por ser dona da DC.
O que aconteceu foi o seguinte: a Warner proibiu o uso e a divulgação completa do uniforme, além de não liberar verba para concluir o final da série, resultando em menores possibilidades de roteiros pela falta de grana para produzir efeitos visuais decentes. 


Seria o medo do Kal-El de Smallville, encarnado como poucas vezes com tanta empatia por Tom Welling, esfumaçar o próximo ator que vem aí em novo filme, já ano que vem? Possivelmente. O que comprova mais uma vez a estupidez e falta de de visão estratégica dos executicos de merda da Warner, que deveriam ou adiar o novo filme ou aproveitar parte do elenco. 
Whatever...mesmo fã do homem de aço, não estou dando a mínima para o filme. Quero mesmo é que fracasse. A Warner merece. 
Desafabei....

O que valeu 



- Diferente da maioria da audiência, prefiro as últimas temporadas de Smallvillle. Porque foram nelas que o mais carismático casal a interpretar Clark e Lois contracenou. A química de Tom e Erica Durance encarnando os personagens alimentou meu lado shipper como jamais havia acontecido em qualquer série rs. Foi estupendamente brilhante. e foi muito legal ver Lois e Clark como parceiros, sem segredos. Cativante. 


- Além de Tom e Erica, o elenco de personagens centrais, no conjunto, é o melhor das diferentes versões. Michael Rosembaum fez um Lex Luthor perfeito, um vilão sério e genial, Marta e Jonathan Kent carismáticos e no tom ideal. Agora, me digam: para que tentar enfiar guela abaixo um grupo totalmente novo em um filme logo em seguida? mesmo que se saiam bem, terão apenas duas horas, enquanto que a turma de Smallville teve 10 anos, ficando já imortalizada nos papéis. 
Exceção para Lana. Já disse que odiava ela? pois sim. Tinha vontade de vomitar com sua atuação melosa. Aff, foi tarde.  



- Tom Welling foi o um Kal-El encantador. Ele tem uma doçura no olhar, que cai perfeitamente bem para o Super. Se Christopher Reeve marcou minha geração, Welling marcou a atual. Além da mais, ele foi eficiente em mostrar a fase de transição do garoto para o herói. 


- Participações especiais que homenagearam atores importantes na estória do Super nas telas grandes ou menores. A mais inesquecível foi de Christopher Reeve em dois episódios da segunda e terceira temporada. Teve ainda Maggot Kidder (a Lois Lane dos filmes de Richard Donner), Dean Cain e Teri Hatcher (de Lois & Clark). E Terence Stamp, o General Zod do filme, dublou Jor-El.


- Foram vários os inimigos enfrentados. Assim como foram inúmeros os heróis co-DC, que deram as caras: Arqueiro Verde (que foi ficando e virou personagem fixo), Aquaman, Flash, Liga e Sociedade da Justiça, a Legião dos Super-Heróis, Gladiador Dourado e Besouro Azul, a Legião do Mal.

Criticada, às vezes menosprezada. Com momentos emblemáticos, outros esquecíveis, a série ficou dez anos no ar com um público fiel. Teve um final digno e deixou saudade. 


terça-feira, 26 de abril de 2011

Querido Clark Kent, de Smallville

Clark de Reeve,a mess!
Superman é Kal-El. Clark é seu alter ego. Foi assim que sempre entendi a estória.
E na reta final de Smallville, finalmente somos apresentados ao Clark Kent que tenho como referência. Aquele pateticamente simpático e adorável, construído por Christopher Reeve com maestria, todo atrapalhado, envergado, de voz disfarçada e com o trejeito marcante de ajeitar o óculos absurdamente nerd.

O Clark de Tom Welling era, até então, Kal-El. Perfetinho, atlético, corajoso, olhos e sorriso inconfudivelmente lindos de morrer, alguém que jamais passaria batido na multidão.

Repararam na inspiração de Reeve...
Entre este Kal-El e o Superman, não sei bem como ter mais alguma diferenciação. Talvez de postura, auto confiança, mas também não teremos tempo suficiente para notar, acho eu.
Ver surgir este Clark clássico, contudo, todo pensado e interpretado com base no trabalho de Reeve, foi bem bacana.
obs - prefiro muito este esteriótipo de Clark ao do seriado da década de 90 (Lois & Clark). Brandon Routh bem que tentou seguir a linha de Reeve, mas não encontrou o tom, nem tinha o charme necessário.

E assim Smallville vai se despedindo super dignamente.
Mais dos que o weeding show de Kate com o príncipe William, quero é ver o Yes de Lois e Clark (por sua conta e risco, veja a foto escondida abaixo).
Só espero que possamos ver o Super, uniformizado e voando (de prefeência ao estilo CLois), mais do que 15 segundos.
De resto, é só relaxar e curtir.

Foto casamento CLois

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Poderia ser uma série. E boa

Em fase de bloqueio criativo na TV, para que os seriados não entrem em decadência, poderiam abusar de adaptações de boas obras ou sagas literárias.
Ta certo que dependendo de quais mãos caia o roteiro, a coisa desanda. Ficar longe de Damon Lindelof já é um bom começo.
Poderiam render séries bacanas:

As Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley. Morgana é o grande destaque desta versão da saga do Rei Arthur, narrada com olhar desfocado da moral cristã que prevalece em outras versões da lenda.
Finalmente veríamos Morgana não como bruxa má, ávida por poder, mas como uma personagem complexa e interessante. Ainda que existam outros grandes personagens, como Viviane e Morgause, é mesmo Morgana a protagonista aqui.
O filme já feito é superficial e patético perto do que poderia ser, se bem adaptado. Aliás, um único filme jamais conseguiria captar a essência da obra. É o tipo de saga que não cabe em 120 minutos.
Os quatro livros renderiam, no mínimo, quatro temporadas no melhor estilo Greys´s Anatomy medieval.



O Guia do Mochileiro das Galáxias, obra-prima da ficção científica nonsense de Douglar Adams é outra joia esperando uma adaptação completa. O filme até que conseguiu passar o espírito da coisa, mas foi resumido demais.
Um problema seria a audiência. O estilo e o texto de Adams está anos luz da assimilação do público médio, mas não custa sonhar que a trilogia de cinco livros (é assim mesmo que ele define), repleta de figuras hilárias e uma visão debochada da Vida, do Universo e tudo mais (um dos títulos) ganhasse uma série com quatro ou cinco temporadas.
A narração em off com as explicações do Guia seria essencial. Também deveriam escolher com cuidado o elenco. E no roteiro, especialmente, deixem o senhor Damon Lindelof  bem de longe, pelo amor dos nerds que ainda existem. Seria um crime ver um final moralista nesta obra tão desprovida de parâmetros tradicionais...   
A estória parte de Arthur Dent, um típico inglês que, acordando e descobrindo que não só Ford Prefect, um de seus melhores e únicos amigos, é um extra-terrestre, mas também que a Terra está prestes a ser destruída pelos Vogons (uma raça alienígena extremamente burocrática e mal-vista em toda a Galáxia) para dar espaço a uma nova via hiperespacial intergaláctica. (da Wikipedia).
É só o começo para trocentas situações jamais imaginadas. Aprenda a voar, descubra quem colonizou a Terra, qual era seu propósito original e quais as espécies mais inteligentes do planeta, passe uma noite na festa mais longa do mundo e claro, almoce no Restaurante do Fim do Universo (segundo título). É tanta coisa bizarra, genial e hilária, que só lendo. Não entre em pânico e leve sua toalha.    


Silmarillion, de J RR Tolkien.
Em um filme é mesmo impossível adapatar. Em uma saga cinematográfica, talvez. A melhor forma, contudo, de dar vida aos contos sobre a criação da Terra Média e todos os povos, criaturas e acontecimentos que levaram a estória até a era onde se passa o Senhor dos Anéis é apostar em uma série. Se dividida entre as cinco partes do livro, seria difcil conseguir ganchos entre as temporadas? um pouco, mas nada que uma mente criativa não resolva. Chamem Peter Jackson, please. E mantenham DL afastado. 


E aí, tem outras ideias?


segunda-feira, 28 de março de 2011

Nova Lois

Enquanto nos despedimos de Erica Durance e sua inesquecível e perfeita Lois Lane, de Smallville, eis que nasce outra versão da super jornalista e super mulher do superman. A melosa Amy Adams (Encantada e Julie e Julia) será a nova encarnação desta personagem feminina tão emblemática.
Por melhor atriz que a moça seja, não acho que tem o tipo físico e o jeito de LL não.
Esperemos, ao menos, que não seja pior do que a azeda Kate "who" Bosworth, esta sem dúvida a Lois mega chata mais nada a ver já vista.

A questão principal, neste momento, é que será impossível não comparar com a Lois de Erica. Perfeita em caracterização que conhecemos desde os primórdios, ela conseguiu colocar sarcasmo na personagem sem deixá-la antipática. Não será esquecida tão cedo pelos fãs. Muito menos a tempo da estreia do filme - que deve acontecer em meados de 2012. Não tenho dúvidas, a melhor escolha seria Erica.

No cinema e na TV, a personagem marcou (com excessão de Kate), a vida das atrizes que a intepretaram. Margot Kidder foi bem nos filmes e estabeleceu um padrão que, quando seguido, da certo: Lois é espertíssima, bem humorada, competente e independente, é alguém difícil de acompanhar seu ritmo.
Teri Hatcher também esteve muito bem  no seriado As Aventuras de Lois de Clark. Seguiu as características fundamentais e acrescentou uma certa contemporaneidade sem comprometer os traços essenciais de Lois Lane. 
As duas apareceram em Smallville.

Veremos o que vem vindo. Na verdade, não tenho fé neste novo elenco...

E você, qual Lois prefere?
Vote na enquete ao lado!
 

sexta-feira, 18 de março de 2011

Toma Ryan Murphy! Foo Fighters também não quer Glee

Ta na hora do criador de Glee descer no pedestal de diva que criou para sua série. E parar de dar chilique.
Cada negativa que recebe de uma banda para utilização das músicas da série, Ryan Murphy dá um piti descontrolado e xinga o autor da rejeição.
Agora foi a Foo Fighters, por meio do seu vocalista Dave Grohl, se pronunciar deixando clara a posição da ótima banda. "Você não deveria ter que fazer a porra de Glee. E daí, o cara que criou a série fica super ofendido quando nós não, tipo, imploramos para estar na porra da sua série. Foda-se o cara por pensar que todo mundo tem que fazeer Glee", desabafou!
Antes, Slash - pelo Guns - e a banda Kings of Leon negaram ceder as músicas. 
Pelo rumo que Glee tomou, melhor preservar as músicas mesmo. Quem quer ver seu som virar um eletrônico melô versão teen mixado com a musiquinha do mês da cantora teen da quinzena? 
Além do mais, a série tá uma bobagem só. Chata! 

quarta-feira, 9 de março de 2011

Enquanto isto, nas séries

No geral, temporada mediana. Por isto mesmo, tenho dedicado mais espaço ao cinema no blog.
E, claro: é tudo opinião meramente pessoal. Como é a da grande maioria dos blogs, né...

Universo paralelo sem sal. BOlívia sucks
Já deu
Fringe já deu pra mim. Muito elogiada por todos, a série de ficção me cansou quando viajou na máquina de acabar com o mundo que conhecemos e que funciona em contato com o cérebro do carinha sem carisma. E teve o povo sem classe do universo paralelo. Odiei todo mundo e parei, por enquanto.
Outra que já falei e que já deu é House. Apaixonado e trocando fralda de criança foi demais. Vejo de vez em quando porque o marido gosta. Até tem tido uns episódios melhorzinhos, mas está muito irregular.Foi pro meu limbo de séries mesmo.

Declínio
Elogiei demais Glee ano passado. Mas a coisa deu uma derrapada pavorosa e ta em queda livre. Começou pela qualidade musical, que tem sido lamentável. Hitisinhos efêmeros e destruição dos poucos clássicos, está evidente que a série está sendo pensada para vender cd para adolescente.
A estória perdeu o encanto.Tudo tão politicamente colocado para atingir ou agradar certos grupos que ficou chato. Estou dando um tempo. Ryan Murphy já seu recado. Agora chega de advogar em causa própria, ta na hora de ser profissional.
ps - alívio que o Gun´s não tenha permitido o uso de suas música.

Empolgada 
Nunca foi um primor, teve momentos muito especiais (como as várias participações especiais) e outros de lascar a paciência (Lana), mas deixará saudade. Smallville se despede com a temporada - no todo - mais bacana de ser assistida para quem é fã do casal Lois e Clark. Curto cada momento e episódio - até os menos inspirados. Afinal, é o climax do surgimento do Superman. Menção honrosa às tantas referências ao filme e ao Clark criado por Christopher Reeve!
E me pergunto: por que a série teve que ter, e por tanto tempo, a megachata da Lana fazendo até o Clark ser chato?? por que???

Na média
Greys Anatomy segue na média. Cansei do núcleo lésbico (nada pessoal, nem preconceito), mas Cristina e Meredith seguram muito bem o dramédia, que no geral, é legal e tem alguns episódios muito bons. Não dá para dispensar.

Acima da média
O que começou puro guilt pleasure é das poucas séries que não deixo para a próxima semana. Vampire Diaries é muito dinâmica e desenvolve as estórias em arcos curtos, que vira um vício. Entre vampiros, bruxas e lobisomens, a coisa gira, sabe. E tem sua própria mitologia. O que é muito interessante em qualquer série.
Pode não ter os melhores atores, nem os mais incríveis diálogos do mundo, mas é muito divertida. Outro mérito é não insistir em personagens chatos. É uma fórmula simples que estão esquecendo de usar na TV: não enrole com o que não poderá explicar decentemente e faça a coisa acontecer.  

Estreias promissoras
Ou ando com enjoo crônico de seriados ou a criatividade está em falta mesmo. Das estreias, raras me despertaram atenção e fizeram parar para assistir. Mesmo assim, enrolei um tanto e foi só no feriadão que arrisquei.
Lights out - drama sobre boxeador aposentado no auge de uma curta carreira. Sou fã de Rocky, saga de superação de Sly, sabem né... Talvez por isto, gostei do episódio piloto, que lembra o drama de Rocky V - pugilista que apanha mais do que alguém pode aguentar, é obrigado a parar de lutar por risco à saude e pressão familiar e fica sem dinheiro. Elenco legal, estória confere, tema novo em seriados. Ta na lista para seguir sim.
Outra que gostei muito foi Camelot. Seriado superprodução sobre a lenda do rei Arthur, do canal Starz (Spartacus). Aqui a estória parte da morte do rei Uther já. Tem Morgana bem má, Merlin com personalidade, paisagens bonitas, figurino divino. E é bem apimentado!! Gostei muito do episódio piloto da série, que começa pra valer em abril. Ainda aguardo, contudo, uma série que revisite a maravilhosa saga Brumas de Avalon...

Atualizando e aguardando
Por fim, sigo tardiamente com True Blood. Terminando a segunda temporada e já aguardando a quarta. Mesmo com todas suas bizarrices, adoro! 
   

Teaser da 4ª temporada de True Blood

Ai, Eric !
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Cool Speech: Bart dubla Steve (J)Mobbs

“Vocês são todos perdedores! Se acham tão legais porque compram um telefone de 500 dólares com uma foto de uma fruta nele? Adivinhem só! Eles custam 8 dólares para montar e eu mijo em cada um deles! Eu ganhei uma fortuna de vocês idiotas e investi tudo na Microsoft! Agora meu namorado Bill Gates e eu nos beijamos em uma pilha do dinheiro de vocês!”
Bart Simpsons dublando Steve J Mobs na loja da Mapple

Sensacional - sem mais.