Pesquisar

Mostrando postagens com marcador Camelot. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Camelot. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 5 de julho de 2011

Leonardo, alguém mais?

Leonardo Da Vinci descolado usando All Star é uma visão bastante plausível se o gênio estivesse crescendo entre nós, nos dias atuais. A versão fica mais legal se for visualizada em plena Florença renascentista, no século XV.
É esta a proposta da produção da BBC Leonardo. O seriado mostra Leo Da Vinci jovem, cultivando já suas grandes ideias, como um artista aprendiz. Os toques de contemporaneiadade - além de algumas vestes, a trilha sonora, são uma ousadia divertida, que só fica evidente a quem presta mais atenção aos detalhes. Os episódios são curtinhos - cerca de 30 minutos, e sempre bem movimentados.
As estórias envolvem conspirações, amizade, até ecologia, e aventuras diversas vividas pelos amigos, que incluem um EMO! Tem também um interesse amoroso para Leonardo, uma aprendiz de arte que se disfarça de garoto para poder aprender a pintar. E Maquiavelli, o grande amigo filósofo aqui um golpista astuto e prático, claro. 
O resultado é um show diferente, pelo contexto e pelo estilo de produção da BBC. E bem divertida. Tem programado 13 episódios.  
O elenco tem Jonathan Bailey Flora Spencer-Longhurst e Akemnji Ndifernyan.

Aliás, tem alguém, além de mim, acompanhando a série? 

E pois é, Camelot foi cancelada. Mas não quero falar sobre isto. Muito puta. Foda-se Starz.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Camelot. Uma lenda e suas versões

Entre episódios empolgantes e outros nem tanto, Camelot é um bom entretenimento para quem curte a linha fantasia medieval.
A série revisa a grandiosa lenda do Rei Arthur, com muito charme, a partir de uma livre adaptação da obra Le Morte d’Arthur, de Thomas Malory.
É uma adaptação contemporânea, tem linguagem coloquial e ritmo de seriado. Não é um filme (diferença básica que muitos ainda não entendem). Caras conhecidas no casting, como Joseph Fiennes (Flashfoward) e Jamie Campbell Bower (que já fez Harry Potter e Crepúsculo), além de Claire Forlani (Encontro Marcado) e  Eva Green (007 – Cassino Royale), que, alíás, está fantástica como Morgana, a irmã bruxa de Arthur. Produção caprichada.

A estória da série, dizem, foge bastante da obra original. Até o  Zé Mayer da Távola Redonda, o cavaleiro Lancelot, aqui virou Leontes, se não estou tão perdida, pois é entre ele, Guinevere e Arthur o mais famoso triângulo amoroso da idade média.


quarta-feira, 9 de março de 2011

Enquanto isto, nas séries

No geral, temporada mediana. Por isto mesmo, tenho dedicado mais espaço ao cinema no blog.
E, claro: é tudo opinião meramente pessoal. Como é a da grande maioria dos blogs, né...

Universo paralelo sem sal. BOlívia sucks
Já deu
Fringe já deu pra mim. Muito elogiada por todos, a série de ficção me cansou quando viajou na máquina de acabar com o mundo que conhecemos e que funciona em contato com o cérebro do carinha sem carisma. E teve o povo sem classe do universo paralelo. Odiei todo mundo e parei, por enquanto.
Outra que já falei e que já deu é House. Apaixonado e trocando fralda de criança foi demais. Vejo de vez em quando porque o marido gosta. Até tem tido uns episódios melhorzinhos, mas está muito irregular.Foi pro meu limbo de séries mesmo.

Declínio
Elogiei demais Glee ano passado. Mas a coisa deu uma derrapada pavorosa e ta em queda livre. Começou pela qualidade musical, que tem sido lamentável. Hitisinhos efêmeros e destruição dos poucos clássicos, está evidente que a série está sendo pensada para vender cd para adolescente.
A estória perdeu o encanto.Tudo tão politicamente colocado para atingir ou agradar certos grupos que ficou chato. Estou dando um tempo. Ryan Murphy já seu recado. Agora chega de advogar em causa própria, ta na hora de ser profissional.
ps - alívio que o Gun´s não tenha permitido o uso de suas música.

Empolgada 
Nunca foi um primor, teve momentos muito especiais (como as várias participações especiais) e outros de lascar a paciência (Lana), mas deixará saudade. Smallville se despede com a temporada - no todo - mais bacana de ser assistida para quem é fã do casal Lois e Clark. Curto cada momento e episódio - até os menos inspirados. Afinal, é o climax do surgimento do Superman. Menção honrosa às tantas referências ao filme e ao Clark criado por Christopher Reeve!
E me pergunto: por que a série teve que ter, e por tanto tempo, a megachata da Lana fazendo até o Clark ser chato?? por que???

Na média
Greys Anatomy segue na média. Cansei do núcleo lésbico (nada pessoal, nem preconceito), mas Cristina e Meredith seguram muito bem o dramédia, que no geral, é legal e tem alguns episódios muito bons. Não dá para dispensar.

Acima da média
O que começou puro guilt pleasure é das poucas séries que não deixo para a próxima semana. Vampire Diaries é muito dinâmica e desenvolve as estórias em arcos curtos, que vira um vício. Entre vampiros, bruxas e lobisomens, a coisa gira, sabe. E tem sua própria mitologia. O que é muito interessante em qualquer série.
Pode não ter os melhores atores, nem os mais incríveis diálogos do mundo, mas é muito divertida. Outro mérito é não insistir em personagens chatos. É uma fórmula simples que estão esquecendo de usar na TV: não enrole com o que não poderá explicar decentemente e faça a coisa acontecer.  

Estreias promissoras
Ou ando com enjoo crônico de seriados ou a criatividade está em falta mesmo. Das estreias, raras me despertaram atenção e fizeram parar para assistir. Mesmo assim, enrolei um tanto e foi só no feriadão que arrisquei.
Lights out - drama sobre boxeador aposentado no auge de uma curta carreira. Sou fã de Rocky, saga de superação de Sly, sabem né... Talvez por isto, gostei do episódio piloto, que lembra o drama de Rocky V - pugilista que apanha mais do que alguém pode aguentar, é obrigado a parar de lutar por risco à saude e pressão familiar e fica sem dinheiro. Elenco legal, estória confere, tema novo em seriados. Ta na lista para seguir sim.
Outra que gostei muito foi Camelot. Seriado superprodução sobre a lenda do rei Arthur, do canal Starz (Spartacus). Aqui a estória parte da morte do rei Uther já. Tem Morgana bem má, Merlin com personalidade, paisagens bonitas, figurino divino. E é bem apimentado!! Gostei muito do episódio piloto da série, que começa pra valer em abril. Ainda aguardo, contudo, uma série que revisite a maravilhosa saga Brumas de Avalon...

Atualizando e aguardando
Por fim, sigo tardiamente com True Blood. Terminando a segunda temporada e já aguardando a quarta. Mesmo com todas suas bizarrices, adoro!