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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Super 8: a santa mão de Spielberg

Saudade dos Goonies e ET? A produção de Steven Spielberg para a trama de JJ Abrams garante a Super 8 um merecido espaço nas diversões juvenis inteligentes e bem produzidas, típicas dos anos 80.
Elenco juvenil caprichado, clima turminha unida de pré adolescentes com bicicletas em cidadezinha simpática, aventura, grandes cenas de ação sem exagero do modelo video game, sensibilidade e charme são alguns dos atributos do filme, que nitidamente sofre influência demarcada dos dois nomes que o encabeçam. Sorte que prevalece a marca spielberguiana. Porque vou falar: JJ pesa mão e repete cenas de outras obras de forma sem vergonha...

domingo, 14 de agosto de 2011

Cool Speech: Darth Vader - especial dia dos pais

"Luke, I´m your father"

Uma das grandes reviravoltas do cinema pop, a revelação de que o maior vilão de todos era, de fato, o pai mais cool do cinema, foi um segredo extremamente bem guardado. Tanto que nem Mark Hammil sabia.
Durante a filmagem da cena, David Prowse, que interpretava Vader, diz a Luke que Obi Wan Kenobi é seu pai. Só mais tarde, na gravação de James Earl Jones, que dublava Vader, é que o texto verdadeiro foi revelado.
As pessoas pularam da cadeira no cinema.

Ah, Luke, deixa de frescura e vai governar a galáxia com teu pai! moleque besta...

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Harry Potter, uma saga de respeito

Imprescindível repassar minha experiência com a saga dos bruxos. Como eu, que tive uma primeira impressão totalmente equivocada, aposto que muita gente avalia erroneamente o que significa Harry Potter.
Minha avaliação, contudo, atém-se aos filmes. Os livros estão guardadinhos aqui, são os próximos da fila interminável promovida devido minha incontrolável absoluta compulsão por compras destes queridos amigos inseparáveis. E é reconfortamente ter ainda um grande respiro de HP para me entreter por uns meses, 
ah, tem spoiler. 

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Amy


Teve quem deitou e rolou abusando de todas as frases feitas que conhecia para elogiar ou tripudiar. Teve alerta sensacionalista disfarçado de moralista e teve a enxurrada de julgamento moralista de sempre.
Prefiro a voz poderosa e as belas canções como lembrança.
RIP, Amy. I died a hundred times, too...

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Bye, Harry


É bem legal que esta geração que cresceu curtindo Harry Potter tenha uma referência bacana e saudável de entretenimento que envolva literatura e cinema. Estória bem contada e com muitos lances criativos.
O mais genial é que a saga foi crescendo de acordo com seu público. Se as primeiras estórias eram mais simples, infantis, com o passar dos livros, se tornaram apropriadas para a geração que começou lendo sua primeria aventura. A trama foi se complicando, foram inseridos novos elementos narrativos. Harry sofre várias perdas, passa pelas alegrias e dificuldades dos jovens. Tudo embalado em uma deliciosa fantasia literalmente mágica.
Só assim, os leitores de lá trás, que começaram pela Pedra Filosofal, puderam manter o entusiasmo de acompanhar o crescimento do bruxo, paralelamente ao seu próprio. Isto enraizou, com certeza, o gosto pela leitura nesta geração. Espero que os pais iniciem as crianças na estória do bruxinho. Uma vez despertado o gosto, não se perde mais...
HP já é referência. É citado em outras obras. E vai se perpetuas por gerações, pois ganhou lugar merecido na cultura pop.

Ah, eu queria ser JK Rowling, já disse? ter inventado esta mitologia bacana e ainda ficar trilhardária...!


quinta-feira, 7 de julho de 2011

PS. Este filme te faz chorar!

O filme já cansou de passar nos canais a cabo por aí e deve ter sido visto por zilhões de pessoas, mas acho que vale a pena falar dele aqui. (este post já foi postado em um blog anterior meu).
P.S. Eu te amo.
Alguns filmes te tocam profundamente. Você entra na história e se coloca no lugar do personagem, imaginando como reagiria se aquilo acontecesse com você. 
Quando isto ocorre, cinema deixa de ser apenas entretenimento para se transformar em uma espécie de terapia, para fazer parte das experiências que formam sua visão de mundo. E até, influenciar, de certa forma, seus atos.
E foi um pouco isto que senti ao assistir P.S. Eu te amo.
Gerry (Gerard Butler) e Holly (Hillary Swank) formam um casal apaixonado e com problemas comuns - aqueles obstáculos que todos os casais vivem, mas que os medíocres utilizam como desculpa para fugirem do comprometimento.
Como nem sempe a vida é justa, Gerry adoece. Sabendo da inevitabilidade de sua morte, deixa uma série de cartas póstumas para Holly, assinando sempre P.S. I love you.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Leonardo, alguém mais?

Leonardo Da Vinci descolado usando All Star é uma visão bastante plausível se o gênio estivesse crescendo entre nós, nos dias atuais. A versão fica mais legal se for visualizada em plena Florença renascentista, no século XV.
É esta a proposta da produção da BBC Leonardo. O seriado mostra Leo Da Vinci jovem, cultivando já suas grandes ideias, como um artista aprendiz. Os toques de contemporaneiadade - além de algumas vestes, a trilha sonora, são uma ousadia divertida, que só fica evidente a quem presta mais atenção aos detalhes. Os episódios são curtinhos - cerca de 30 minutos, e sempre bem movimentados.
As estórias envolvem conspirações, amizade, até ecologia, e aventuras diversas vividas pelos amigos, que incluem um EMO! Tem também um interesse amoroso para Leonardo, uma aprendiz de arte que se disfarça de garoto para poder aprender a pintar. E Maquiavelli, o grande amigo filósofo aqui um golpista astuto e prático, claro. 
O resultado é um show diferente, pelo contexto e pelo estilo de produção da BBC. E bem divertida. Tem programado 13 episódios.  
O elenco tem Jonathan Bailey Flora Spencer-Longhurst e Akemnji Ndifernyan.

Aliás, tem alguém, além de mim, acompanhando a série? 

E pois é, Camelot foi cancelada. Mas não quero falar sobre isto. Muito puta. Foda-se Starz.