No geral, temporada mediana. Por isto mesmo, tenho dedicado mais espaço ao cinema no blog.
E, claro: é tudo opinião meramente pessoal. Como é a da grande maioria dos blogs, né...
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Universo paralelo sem sal. BOlívia sucks |
Já deu
Fringe já deu pra mim. Muito elogiada por todos, a série de ficção me cansou quando viajou na máquina de acabar com o mundo que conhecemos e que funciona em contato com o cérebro do carinha sem carisma. E teve o povo sem classe do universo paralelo. Odiei todo mundo e parei, por enquanto.
Outra que já falei e que já deu é
House. Apaixonado e trocando fralda de criança foi demais. Vejo de vez em quando porque o marido gosta. Até tem tido uns episódios melhorzinhos, mas está muito irregular.Foi pro meu limbo de séries mesmo.
Declínio
Elogiei demais
Glee ano passado. Mas a coisa deu uma derrapada pavorosa e ta em queda livre. Começou pela qualidade musical, que tem sido lamentável. Hitisinhos efêmeros e destruição dos poucos clássicos, está evidente que a série está sendo pensada para vender cd para adolescente.
A estória perdeu o encanto.Tudo tão politicamente colocado para atingir ou agradar certos grupos que ficou chato. Estou dando um tempo. Ryan Murphy já seu recado. Agora chega de advogar em causa própria, ta na hora de ser profissional.
ps - alívio que o Gun´s não tenha permitido o uso de suas música.
Empolgada
Nunca foi um primor, teve momentos muito especiais (como as várias participações especiais) e outros de lascar a paciência (Lana), mas deixará saudade.
Smallville se despede com a temporada - no todo - mais bacana de ser assistida para quem é fã do casal Lois e Clark. Curto cada momento e episódio - até os menos inspirados. Afinal, é o climax do surgimento do Superman. Menção honrosa às tantas referências ao filme e ao Clark criado por Christopher Reeve!
E me pergunto: por que a série teve que ter, e por tanto tempo, a megachata da Lana fazendo até o Clark ser chato?? por que???
Na média
Greys Anatomy segue na média. Cansei do núcleo lésbico (nada pessoal, nem preconceito), mas Cristina e Meredith seguram muito bem o dramédia, que no geral, é legal e tem alguns episódios muito bons. Não dá para dispensar.
Acima da média
O que começou puro guilt pleasure é das poucas séries que não deixo para a próxima semana.
Vampire Diaries é muito dinâmica e desenvolve as estórias em arcos curtos, que vira um vício. Entre vampiros, bruxas e lobisomens, a coisa gira, sabe. E tem sua própria mitologia. O que é muito interessante em qualquer série.
Pode não ter os melhores atores, nem os mais incríveis diálogos do mundo, mas é muito divertida. Outro mérito é não insistir em personagens chatos. É uma fórmula simples que estão esquecendo de usar na TV: não enrole com o que não poderá explicar decentemente e faça a coisa acontecer.
Estreias promissoras
Ou ando com enjoo crônico de seriados ou a criatividade está em falta mesmo. Das estreias, raras me despertaram atenção e fizeram parar para assistir. Mesmo assim, enrolei um tanto e foi só no feriadão que arrisquei.
Lights out - drama sobre boxeador aposentado no auge de uma curta carreira. Sou fã de
Rocky, saga de superação de Sly, sabem né... Talvez por isto, gostei do episódio piloto, que lembra o drama de Rocky V - pugilista que apanha mais do que alguém pode aguentar, é obrigado a parar de lutar por risco à saude e pressão familiar e fica sem dinheiro. Elenco legal, estória confere, tema novo em seriados. Ta na lista para seguir sim.
Outra que gostei muito foi
Camelot. Seriado superprodução sobre a lenda do rei Arthur, do canal Starz (Spartacus). Aqui a estória parte da morte do rei Uther já. Tem Morgana bem má, Merlin com personalidade, paisagens bonitas, figurino divino. E é bem apimentado!! Gostei muito do episódio piloto da série, que começa pra valer em abril. Ainda aguardo, contudo, uma série que revisite a maravilhosa saga Brumas de Avalon...
Atualizando e aguardando
Por fim, sigo tardiamente com
True Blood. Terminando a segunda temporada e já aguardando a quarta. Mesmo com todas suas bizarrices, adoro!