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terça-feira, 21 de junho de 2011

Sofá dos Simpsons

Trocentas versões diferentes da reunião da família Simpsons no sofá, no fim da abertura da animação, já foram ao ar nestas 22 temporadas do desenho. A famosa "piada do sofá" ou coachs gags já teve zilhões de inspirações: auto-referências, cinema, outros personagens, capa de disco famoso, super hreróis, situações corriqueiras ao total  ao noonsense total.
Além da formação no sofá, as aberturas têm também as frases que o Bart escreve na lousa e o solo de sax da Lisa mudados constantemente. É criatividade pra cacete!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Perfil: Gary Oldman


O cara parece um metamorfo. Louco, vilão, mocinho, ajustado, gênio, força da natureza, ele fica bem em qualquer personagem. Na verdade, ele incorpora a figura, se caracteriza como ninguém. E tem charme. Gary Oldman tem uma "baita" charme.

Leonard Gary Oldman é o nome do cidadão, inglês, claro. Nasceu em 21 de março de 1958, filho de um soldador e de uma empregada doméstica. Oldman tem formação aprofundada em arte dramática, é bacharel.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Oscar e seu dom



Mais do que uma recomendação de leitura, o papo agora é sério. A dica é o livro O incrível dom de Oscar, do médico David Dosa, obra que deve virar filme pelas mãos dos roteiristas de Sempre ao Seu Lado.
A união de uma linda história com a sensibilidade dos caras que têm mão certeira para levar para as telas personagens do mundo animal, deve criar mais um daqueles épicos filmes que acabam em choro convulsivo.
Mas valem cada lágrima 

domingo, 12 de junho de 2011

Casais cools


 A cultura pop têm muitos casais marcantes. 
Alguns são universalmente conhecidos, outros nem tanto, mas marcam tanto e podem ser até mais legais do que muitos dos que estão em todas. 
Da vida real ou não, meus casais preferidos, neste dia dos namorados.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Camelot. Uma lenda e suas versões

Entre episódios empolgantes e outros nem tanto, Camelot é um bom entretenimento para quem curte a linha fantasia medieval.
A série revisa a grandiosa lenda do Rei Arthur, com muito charme, a partir de uma livre adaptação da obra Le Morte d’Arthur, de Thomas Malory.
É uma adaptação contemporânea, tem linguagem coloquial e ritmo de seriado. Não é um filme (diferença básica que muitos ainda não entendem). Caras conhecidas no casting, como Joseph Fiennes (Flashfoward) e Jamie Campbell Bower (que já fez Harry Potter e Crepúsculo), além de Claire Forlani (Encontro Marcado) e  Eva Green (007 – Cassino Royale), que, alíás, está fantástica como Morgana, a irmã bruxa de Arthur. Produção caprichada.

A estória da série, dizem, foge bastante da obra original. Até o  Zé Mayer da Távola Redonda, o cavaleiro Lancelot, aqui virou Leontes, se não estou tão perdida, pois é entre ele, Guinevere e Arthur o mais famoso triângulo amoroso da idade média.


quinta-feira, 2 de junho de 2011

Tom como Super

Ainda Smallville
No contraponto do posicionamento bocó da Warner (como dito no post anterior), surtaram pela net zilhões de montagens de (lindo) Tom Welling trajando decentemente o uniforme do azulão.
Veja aí:

 

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Smallville, o fim e o legado

Não teve Clark de uniforme de Super. Não como deveria ser. As imagens distantes de voo, o close do S, enquanto Clark se prepara para voar, no finzinho, ao som do tema criado por John Willams para o filme, entretanto ajudaram a superar a frustração criada, de fato, pela imbecilidade dos executivos desta empresa de merda que é a Warner, detentora dos direitos do personagem por ser dona da DC.
O que aconteceu foi o seguinte: a Warner proibiu o uso e a divulgação completa do uniforme, além de não liberar verba para concluir o final da série, resultando em menores possibilidades de roteiros pela falta de grana para produzir efeitos visuais decentes. 


Seria o medo do Kal-El de Smallville, encarnado como poucas vezes com tanta empatia por Tom Welling, esfumaçar o próximo ator que vem aí em novo filme, já ano que vem? Possivelmente. O que comprova mais uma vez a estupidez e falta de de visão estratégica dos executicos de merda da Warner, que deveriam ou adiar o novo filme ou aproveitar parte do elenco. 
Whatever...mesmo fã do homem de aço, não estou dando a mínima para o filme. Quero mesmo é que fracasse. A Warner merece. 
Desafabei....

O que valeu 



- Diferente da maioria da audiência, prefiro as últimas temporadas de Smallvillle. Porque foram nelas que o mais carismático casal a interpretar Clark e Lois contracenou. A química de Tom e Erica Durance encarnando os personagens alimentou meu lado shipper como jamais havia acontecido em qualquer série rs. Foi estupendamente brilhante. e foi muito legal ver Lois e Clark como parceiros, sem segredos. Cativante. 


- Além de Tom e Erica, o elenco de personagens centrais, no conjunto, é o melhor das diferentes versões. Michael Rosembaum fez um Lex Luthor perfeito, um vilão sério e genial, Marta e Jonathan Kent carismáticos e no tom ideal. Agora, me digam: para que tentar enfiar guela abaixo um grupo totalmente novo em um filme logo em seguida? mesmo que se saiam bem, terão apenas duas horas, enquanto que a turma de Smallville teve 10 anos, ficando já imortalizada nos papéis. 
Exceção para Lana. Já disse que odiava ela? pois sim. Tinha vontade de vomitar com sua atuação melosa. Aff, foi tarde.  



- Tom Welling foi o um Kal-El encantador. Ele tem uma doçura no olhar, que cai perfeitamente bem para o Super. Se Christopher Reeve marcou minha geração, Welling marcou a atual. Além da mais, ele foi eficiente em mostrar a fase de transição do garoto para o herói. 


- Participações especiais que homenagearam atores importantes na estória do Super nas telas grandes ou menores. A mais inesquecível foi de Christopher Reeve em dois episódios da segunda e terceira temporada. Teve ainda Maggot Kidder (a Lois Lane dos filmes de Richard Donner), Dean Cain e Teri Hatcher (de Lois & Clark). E Terence Stamp, o General Zod do filme, dublou Jor-El.


- Foram vários os inimigos enfrentados. Assim como foram inúmeros os heróis co-DC, que deram as caras: Arqueiro Verde (que foi ficando e virou personagem fixo), Aquaman, Flash, Liga e Sociedade da Justiça, a Legião dos Super-Heróis, Gladiador Dourado e Besouro Azul, a Legião do Mal.

Criticada, às vezes menosprezada. Com momentos emblemáticos, outros esquecíveis, a série ficou dez anos no ar com um público fiel. Teve um final digno e deixou saudade.