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sábado, 24 de setembro de 2011

Doodle da vez: Jim Henson e seus Muppets

No mais divertido doodle ever, homenagem a Jim Henson, o criador e manipulador dos bonecos Muppets, que estaria hoje completando 75 anos.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Jedi cats

Coisa mais fofa! estes Jedis Kittens!
Incrível como Star Wars continua sendo referência...é a pura cultura pop



quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Lá do comecinho...nos Extras do DVD de Harry Potter e as Relíquias das Morte - parte II

Prévia super nostálgica de documentário que estará nos extras do DVD de Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2.
Tão fofos!!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

De Lorean do Oscar: Stallone e Muhammad Ali

É exatamente este tipo de coisa que faz (ou fazia) o Oscar ser legal. Bem mais empolgante do que a maioria das premiações - que me perdoem os ganhadores - mas é deste tipo de pop moment que a festa realmente é feita.

Aqui, Sylvester Stallone (eterno Rocky) e Muhammad Ali/Cassius Clay (lenda do boxe, tipo o Anderson Silva de hoje, para o MMA), ensaiam uns golpes, em um encontro, eu diria, lendário. O ano era 1977 e o Oscar goes to Beatrice Straight, como melhor atriz coadjuvante, pelo filme  Rede de Intrigas. 

Seriado: Harry`s Law

Dramédia de tribunal protagonizada por Kathy Bates, com leves tiradas sarcástiscas e reflexões sobre temas controversos.
Gênero de pouca atração pra mim, foi uma possível semelhança com os áureos tempos de House que me levaram a conhecer a série da NBC sobre a advogada consagrada  no segmento de patentes, Harriet Korn, que, em um espasmo de tédio profundo, chuta o balde para encontrar algum estímulo que faça a vida valer a pena.
Dos escritórios sinestésicos das grandes corporações, ela parte para uma salinha xumbrega em um bairro de "má reputação", onde, sua secretária administra paralelamente um negócio de sapatos femininos de gosto duvidoso.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

2012. O ano dos superheroes

Antes do fim do mundo, lá pelo final do ano, um zilhão de super-heróis terão passado pelos cinemas, em 2012.

Ansiosa mesmo estou pelos Vingadores. Além de realizar o sonho da turma que curte o gênero, unindo uma porrada de heróis estilosos, inclusive da ala feminina, é notória a diferença de qualidade entre as produções da Marvel e da DC, via Warner. Exceto os excelentes últimos dois Batmans, fiasco tem sido o adjetivo básico das produções de heróis (vide o recente Lanterna Verde). E, pela milésima vez, por enquanto, não boto fé no novo Superman...

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

sábado, 27 de agosto de 2011

Gato de Botas: poster animado

Spin off de Shrek, filme do Gato de Botas chega em breve às telonas.
Na divulgação, a DreamWorks divulgou um poster animado do bichano, se comportando felinamente, mas sem perder a pose.


Gosto do gato, claro, mas queria mesmo um filme do Burro...




terça-feira, 23 de agosto de 2011

Por que Harry Potter é divertido pra caramba

Criaturas míticas, lendárias e até bíblicas são absolutamente normais no mundo dos bruxos. O hipogrifo Bicuço, dragões, unicórnios, o cérbero Fofo, o cão de três cabeças, ou o babento Canino, cão de Hagrid, todos são absolutamente importantes nos acontecimentos. Há também, e não menos interessantes, os trestálios - cavalos esqueléticos, dotados de asas de morcego e cabeça de dragão e minha preferida, a Fawkes, a fênix, ave que renasce das cinzas, minha futura tatuagem.    

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Click Ímpar: Coringa supera Batman

Uma foto emblemática. O perturbado Coringa, de Heath Ledger, descontraidamente sobrejulgando Batman, nas gravações de O Cavaleiro das Trevas. O personagem rendeu um Oscar póstumo ao incrível ator. E roubou totalmente a cena, superando, de longe, a versão anterior de Jack Nicholson para o vilão.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Cara de um, focinho de outro.... (2)

Não importa o que digam, eu vou morrer jurando que Billy Dee Williams (Lando Calrissian /StarWars) e Carl Weathers (Apollo Creed / Rocky) são a mesma pessoa.
Olha bem!



quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Eu curto os créditos sim

Salvem os créditos. Pro inferno com esta mania contaminada de acelerar os créditos finais dos filmes ou sobrepor de chamadas escrotas e repetidas nas tvs, como TNT, Fox, Warner, Megapix e até Telecine.

Cinéfilo que é cinéfilo sabe que os créditos finais fazem parte da experiência de assistir um filme. Não são apenas letrinhas com fundo musical. São o devido respeito com o pessoal que trabalhoui, desde atores aos técnicos e assistentes em geral.
Além disto, é o momento de respirar depois do climax. Algumas vezes serve para enxugar as lágrimas - ou soluçar ainda mais - outras para refletir um pouco sobre aquilo tudo que viu, ou para curtir a trilha sonora. Enfim, você ainda está no clima. E os créditos fazem a transição do mundo de fantasia onde esteve nas últimas duas horas para a porra da realidade do banheiro lotado, estacionamento caro, trânsito do inferno. Mesmo assistindo em casa, é legal ter um tempinho antes das propagandas irritantemente repetidas das tvs a cabo cada vez mais mediocres.  
Caso à parte é a inserção de cenas de bastidores ou relacionadas aos filmes durante ou após os créditos. Outros são super bem bem feitos, com uma arte lindíssima. Um charme!
Se você sai correndo sem aproveitar nadica deste momento, não é cinéfilo. E veja abaixo quanta coisa legal já perdeu

terça-feira, 16 de agosto de 2011

O Filho do Rambow: o original

Não tira o mérito de Super 8, mas faça-se justiça. Antes, parte importantíssima do mote do longa super falado, foi muitíssimo bem explorada em O Filho do Rambow.
A produção britanica de 2007 comprova uma teoria antiga minha de que os ingleses estão sempre à frente.
Também passada nos anos 80, a estória de crianças produzindo um filme é tocante e divertida.  Trata de amizade, homenageia o cinema, emociona e empolga com uma trilha sonora caprichada para dar o clima de época, com clássicos de Duran Duran, Siouxie and the Banshees, The Cure, Human League, Blondie, Depeche Mode, entre outros.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Super 8: a santa mão de Spielberg

Saudade dos Goonies e ET? A produção de Steven Spielberg para a trama de JJ Abrams garante a Super 8 um merecido espaço nas diversões juvenis inteligentes e bem produzidas, típicas dos anos 80.
Elenco juvenil caprichado, clima turminha unida de pré adolescentes com bicicletas em cidadezinha simpática, aventura, grandes cenas de ação sem exagero do modelo video game, sensibilidade e charme são alguns dos atributos do filme, que nitidamente sofre influência demarcada dos dois nomes que o encabeçam. Sorte que prevalece a marca spielberguiana. Porque vou falar: JJ pesa mão e repete cenas de outras obras de forma sem vergonha...

domingo, 14 de agosto de 2011

Cool Speech: Darth Vader - especial dia dos pais

"Luke, I´m your father"

Uma das grandes reviravoltas do cinema pop, a revelação de que o maior vilão de todos era, de fato, o pai mais cool do cinema, foi um segredo extremamente bem guardado. Tanto que nem Mark Hammil sabia.
Durante a filmagem da cena, David Prowse, que interpretava Vader, diz a Luke que Obi Wan Kenobi é seu pai. Só mais tarde, na gravação de James Earl Jones, que dublava Vader, é que o texto verdadeiro foi revelado.
As pessoas pularam da cadeira no cinema.

Ah, Luke, deixa de frescura e vai governar a galáxia com teu pai! moleque besta...

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Harry Potter, uma saga de respeito

Imprescindível repassar minha experiência com a saga dos bruxos. Como eu, que tive uma primeira impressão totalmente equivocada, aposto que muita gente avalia erroneamente o que significa Harry Potter.
Minha avaliação, contudo, atém-se aos filmes. Os livros estão guardadinhos aqui, são os próximos da fila interminável promovida devido minha incontrolável absoluta compulsão por compras destes queridos amigos inseparáveis. E é reconfortamente ter ainda um grande respiro de HP para me entreter por uns meses, 
ah, tem spoiler. 

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Amy


Teve quem deitou e rolou abusando de todas as frases feitas que conhecia para elogiar ou tripudiar. Teve alerta sensacionalista disfarçado de moralista e teve a enxurrada de julgamento moralista de sempre.
Prefiro a voz poderosa e as belas canções como lembrança.
RIP, Amy. I died a hundred times, too...

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Bye, Harry


É bem legal que esta geração que cresceu curtindo Harry Potter tenha uma referência bacana e saudável de entretenimento que envolva literatura e cinema. Estória bem contada e com muitos lances criativos.
O mais genial é que a saga foi crescendo de acordo com seu público. Se as primeiras estórias eram mais simples, infantis, com o passar dos livros, se tornaram apropriadas para a geração que começou lendo sua primeria aventura. A trama foi se complicando, foram inseridos novos elementos narrativos. Harry sofre várias perdas, passa pelas alegrias e dificuldades dos jovens. Tudo embalado em uma deliciosa fantasia literalmente mágica.
Só assim, os leitores de lá trás, que começaram pela Pedra Filosofal, puderam manter o entusiasmo de acompanhar o crescimento do bruxo, paralelamente ao seu próprio. Isto enraizou, com certeza, o gosto pela leitura nesta geração. Espero que os pais iniciem as crianças na estória do bruxinho. Uma vez despertado o gosto, não se perde mais...
HP já é referência. É citado em outras obras. E vai se perpetuas por gerações, pois ganhou lugar merecido na cultura pop.

Ah, eu queria ser JK Rowling, já disse? ter inventado esta mitologia bacana e ainda ficar trilhardária...!


quinta-feira, 7 de julho de 2011

PS. Este filme te faz chorar!

O filme já cansou de passar nos canais a cabo por aí e deve ter sido visto por zilhões de pessoas, mas acho que vale a pena falar dele aqui. (este post já foi postado em um blog anterior meu).
P.S. Eu te amo.
Alguns filmes te tocam profundamente. Você entra na história e se coloca no lugar do personagem, imaginando como reagiria se aquilo acontecesse com você. 
Quando isto ocorre, cinema deixa de ser apenas entretenimento para se transformar em uma espécie de terapia, para fazer parte das experiências que formam sua visão de mundo. E até, influenciar, de certa forma, seus atos.
E foi um pouco isto que senti ao assistir P.S. Eu te amo.
Gerry (Gerard Butler) e Holly (Hillary Swank) formam um casal apaixonado e com problemas comuns - aqueles obstáculos que todos os casais vivem, mas que os medíocres utilizam como desculpa para fugirem do comprometimento.
Como nem sempe a vida é justa, Gerry adoece. Sabendo da inevitabilidade de sua morte, deixa uma série de cartas póstumas para Holly, assinando sempre P.S. I love you.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Leonardo, alguém mais?

Leonardo Da Vinci descolado usando All Star é uma visão bastante plausível se o gênio estivesse crescendo entre nós, nos dias atuais. A versão fica mais legal se for visualizada em plena Florença renascentista, no século XV.
É esta a proposta da produção da BBC Leonardo. O seriado mostra Leo Da Vinci jovem, cultivando já suas grandes ideias, como um artista aprendiz. Os toques de contemporaneiadade - além de algumas vestes, a trilha sonora, são uma ousadia divertida, que só fica evidente a quem presta mais atenção aos detalhes. Os episódios são curtinhos - cerca de 30 minutos, e sempre bem movimentados.
As estórias envolvem conspirações, amizade, até ecologia, e aventuras diversas vividas pelos amigos, que incluem um EMO! Tem também um interesse amoroso para Leonardo, uma aprendiz de arte que se disfarça de garoto para poder aprender a pintar. E Maquiavelli, o grande amigo filósofo aqui um golpista astuto e prático, claro. 
O resultado é um show diferente, pelo contexto e pelo estilo de produção da BBC. E bem divertida. Tem programado 13 episódios.  
O elenco tem Jonathan Bailey Flora Spencer-Longhurst e Akemnji Ndifernyan.

Aliás, tem alguém, além de mim, acompanhando a série? 

E pois é, Camelot foi cancelada. Mas não quero falar sobre isto. Muito puta. Foda-se Starz.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Sofá dos Simpsons

Trocentas versões diferentes da reunião da família Simpsons no sofá, no fim da abertura da animação, já foram ao ar nestas 22 temporadas do desenho. A famosa "piada do sofá" ou coachs gags já teve zilhões de inspirações: auto-referências, cinema, outros personagens, capa de disco famoso, super hreróis, situações corriqueiras ao total  ao noonsense total.
Além da formação no sofá, as aberturas têm também as frases que o Bart escreve na lousa e o solo de sax da Lisa mudados constantemente. É criatividade pra cacete!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Perfil: Gary Oldman


O cara parece um metamorfo. Louco, vilão, mocinho, ajustado, gênio, força da natureza, ele fica bem em qualquer personagem. Na verdade, ele incorpora a figura, se caracteriza como ninguém. E tem charme. Gary Oldman tem uma "baita" charme.

Leonard Gary Oldman é o nome do cidadão, inglês, claro. Nasceu em 21 de março de 1958, filho de um soldador e de uma empregada doméstica. Oldman tem formação aprofundada em arte dramática, é bacharel.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Oscar e seu dom



Mais do que uma recomendação de leitura, o papo agora é sério. A dica é o livro O incrível dom de Oscar, do médico David Dosa, obra que deve virar filme pelas mãos dos roteiristas de Sempre ao Seu Lado.
A união de uma linda história com a sensibilidade dos caras que têm mão certeira para levar para as telas personagens do mundo animal, deve criar mais um daqueles épicos filmes que acabam em choro convulsivo.
Mas valem cada lágrima 

domingo, 12 de junho de 2011

Casais cools


 A cultura pop têm muitos casais marcantes. 
Alguns são universalmente conhecidos, outros nem tanto, mas marcam tanto e podem ser até mais legais do que muitos dos que estão em todas. 
Da vida real ou não, meus casais preferidos, neste dia dos namorados.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Camelot. Uma lenda e suas versões

Entre episódios empolgantes e outros nem tanto, Camelot é um bom entretenimento para quem curte a linha fantasia medieval.
A série revisa a grandiosa lenda do Rei Arthur, com muito charme, a partir de uma livre adaptação da obra Le Morte d’Arthur, de Thomas Malory.
É uma adaptação contemporânea, tem linguagem coloquial e ritmo de seriado. Não é um filme (diferença básica que muitos ainda não entendem). Caras conhecidas no casting, como Joseph Fiennes (Flashfoward) e Jamie Campbell Bower (que já fez Harry Potter e Crepúsculo), além de Claire Forlani (Encontro Marcado) e  Eva Green (007 – Cassino Royale), que, alíás, está fantástica como Morgana, a irmã bruxa de Arthur. Produção caprichada.

A estória da série, dizem, foge bastante da obra original. Até o  Zé Mayer da Távola Redonda, o cavaleiro Lancelot, aqui virou Leontes, se não estou tão perdida, pois é entre ele, Guinevere e Arthur o mais famoso triângulo amoroso da idade média.


quinta-feira, 2 de junho de 2011

Tom como Super

Ainda Smallville
No contraponto do posicionamento bocó da Warner (como dito no post anterior), surtaram pela net zilhões de montagens de (lindo) Tom Welling trajando decentemente o uniforme do azulão.
Veja aí:

 

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Smallville, o fim e o legado

Não teve Clark de uniforme de Super. Não como deveria ser. As imagens distantes de voo, o close do S, enquanto Clark se prepara para voar, no finzinho, ao som do tema criado por John Willams para o filme, entretanto ajudaram a superar a frustração criada, de fato, pela imbecilidade dos executivos desta empresa de merda que é a Warner, detentora dos direitos do personagem por ser dona da DC.
O que aconteceu foi o seguinte: a Warner proibiu o uso e a divulgação completa do uniforme, além de não liberar verba para concluir o final da série, resultando em menores possibilidades de roteiros pela falta de grana para produzir efeitos visuais decentes. 


Seria o medo do Kal-El de Smallville, encarnado como poucas vezes com tanta empatia por Tom Welling, esfumaçar o próximo ator que vem aí em novo filme, já ano que vem? Possivelmente. O que comprova mais uma vez a estupidez e falta de de visão estratégica dos executicos de merda da Warner, que deveriam ou adiar o novo filme ou aproveitar parte do elenco. 
Whatever...mesmo fã do homem de aço, não estou dando a mínima para o filme. Quero mesmo é que fracasse. A Warner merece. 
Desafabei....

O que valeu 



- Diferente da maioria da audiência, prefiro as últimas temporadas de Smallvillle. Porque foram nelas que o mais carismático casal a interpretar Clark e Lois contracenou. A química de Tom e Erica Durance encarnando os personagens alimentou meu lado shipper como jamais havia acontecido em qualquer série rs. Foi estupendamente brilhante. e foi muito legal ver Lois e Clark como parceiros, sem segredos. Cativante. 


- Além de Tom e Erica, o elenco de personagens centrais, no conjunto, é o melhor das diferentes versões. Michael Rosembaum fez um Lex Luthor perfeito, um vilão sério e genial, Marta e Jonathan Kent carismáticos e no tom ideal. Agora, me digam: para que tentar enfiar guela abaixo um grupo totalmente novo em um filme logo em seguida? mesmo que se saiam bem, terão apenas duas horas, enquanto que a turma de Smallville teve 10 anos, ficando já imortalizada nos papéis. 
Exceção para Lana. Já disse que odiava ela? pois sim. Tinha vontade de vomitar com sua atuação melosa. Aff, foi tarde.  



- Tom Welling foi o um Kal-El encantador. Ele tem uma doçura no olhar, que cai perfeitamente bem para o Super. Se Christopher Reeve marcou minha geração, Welling marcou a atual. Além da mais, ele foi eficiente em mostrar a fase de transição do garoto para o herói. 


- Participações especiais que homenagearam atores importantes na estória do Super nas telas grandes ou menores. A mais inesquecível foi de Christopher Reeve em dois episódios da segunda e terceira temporada. Teve ainda Maggot Kidder (a Lois Lane dos filmes de Richard Donner), Dean Cain e Teri Hatcher (de Lois & Clark). E Terence Stamp, o General Zod do filme, dublou Jor-El.


- Foram vários os inimigos enfrentados. Assim como foram inúmeros os heróis co-DC, que deram as caras: Arqueiro Verde (que foi ficando e virou personagem fixo), Aquaman, Flash, Liga e Sociedade da Justiça, a Legião dos Super-Heróis, Gladiador Dourado e Besouro Azul, a Legião do Mal.

Criticada, às vezes menosprezada. Com momentos emblemáticos, outros esquecíveis, a série ficou dez anos no ar com um público fiel. Teve um final digno e deixou saudade. 


quarta-feira, 4 de maio de 2011

Perfil: Audrey Hepburn

O vestido lendário de Breakfast at Tiffany´s
Na comemoração de seu nascimento, 4 de maio, vale a pena conhecer (ou recordar) um pouco de Audrey. Ícone de elegância e classe, a atriz Audrey Hepburn foi musa de Givenchy, quebrou o paradigma hollywoodiano da mulher fatal com vida repleta de scândalos e inspirou muita gente.
.
Com uma filmografia relativamente curta, protagonizou filmes emblemáticos como Breakfast at Tiffany´s (Bonequinha de Luxo), A Princesa e o Plebeu, Sabrina, Amor à tarde, Cinderela em Paris, My Fair Lady e Um Caminho para dois. Compartilhou a tela com vários mitos: Gregory Peck, Fredy Astaire, Humphrey Bogart, Cary Grant (em Charada), etc.
Audrey nasceu em 1929, na Bélgica, e cresceu na Inglaterra. Filha de Ella van Heemstra, baronesa holandesa descendente de reis ingleses e franceses, AH sonhava ser bailarina, planos interrompidos durante a II Guerra.

Em Hollywood se tornou um símbolo de uma feminilidade de classe, algo diferenciado entre as beldades da época. Escolhida para o lugar de Marilyn Monroe em Bonequinha de Luxo, fez Truman Capote ter xiliques incontroláveis ao longo da vida. Azar dele, loka!Fez comédias (as verdadeiras românticas), musicais, suspense e drama. Atuava com uma naturalidade charmosa única.

Com Cary Grant, em Charada

Embora discreta, teve uma vida nem tão calma, casou-se três vezes, e abdicou da carreira por um longo período para se dedicar a família (que as feministas xiitas não ouçam). Foi percussora da A. Joly (embora com divulgação 90% menor) nas peregrinações na África.
Venceu o Oscar de melhor atriz pela Princesa e o Plebeu, além de Baftas, Globos de Ouro e por ai vai...

Envelheceu com a mesma classe e naturalidade: linda
Mas o legado de Audrey não se resume aos filmes e aos prêmios. Ela ditou um estilo de comportamento às estrelas escandalosas de Hollywood, ensinou as peruas como ser notada sem ser vulgar e eternizou cada obra que protagonizou (assim como o pretinho básico de BT e tantos looks).
Audrey faleceu em 1993, de câncer.

Pré B Bardot, era também da causa. O cãozinho é Mr Famsous.
Dizia Audrey
"Acho que um animal, especialmente um cachorro, é possivelmente a mais pura experiência que se pode ter. Ninguém, e até mesmo as crianças, a menos que sejam ainda muito pequenas, é tão pouco interesseiro, tão sem exigências. São totalmente vulneráveis. E essa total vulnerabilidade é o que nos permite abrir totalmente o nosso coração para eles, o que é raro um ser humano fazer. Quem se acha tão fantástico quanto seu cachorro?"

Sua vida foi contada no livro Audrey Hepburn: Uma Biografia, de Warren G. Harris. Ta esgotado há séculos, mas vale procurar em sebos...

Filmografia

* 1948 - Dutch in Seven Lessons (documentário)
* 1951 - Monte Carlo Baby
* 1951 - Laughter in Paradise
* 1951 - One Wild Oat
* 1951 - O mistério da torre (The Lavender Hill Mob) (1951)
* 1951 - Young Wives' Tale
* 1952 - The Secret People
* 1952 - We Will Go to Monte Carlo (versão francesa de Monte Carlo Baby)
* 1953 - A princesa e o plebeu
* 1954 - Sabrina
* 1956 - Guerra e paz
* 1957 - Cinderela em Paris
* 1957 - Amor na Tarde
* 1959 - A flor que não morreu
* 1959 - Uma cruz à beira do abismo
* 1960 - O passado não perdoa
* 1961 - Breakfast at Tiffany's (Bonequinha de luxo)
* 1961 - Infâmia
* 1963 - Charada
* 1964 - Quando Paris alucina
* 1964 - My Fair Lady
* 1966 - Como roubar um milhão de dólares
* 1967 - Um caminho para dois
* 1967 - Um clarão nas trevas
* 1976 - Robin e Marian
* 1979 - A herdeira
* 1981 - Muito riso e muita alegria
* 1989 - Além da eternidade


AUDREY HEPBURN-MOON RIVER por pierrot77

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Breve, em um cinema perto de você

Roteiristas respiram aliviados! Em meio a uma crise criativa, roteiros pipocam a rodo.
Casamento real, beatificação de João Paulo II e morte de terrorista. Hollywood pode parar com os remakes porque isto tudo vai render ótimos filmes!
Aposto em Leo DiCaprio como príncipe William, Jon Voight revisando o papel de Papa e Rambo V!

Família real britância sempre rende bons filmes. Depois de A Rainha e o Discurso do Rei, além de tantos outros potimos filmes sobre todas as gerações da realeza, a vida da plebéia nem tão borralheira assim deve render um bom filme. Keira Knightley faria bem o papel de Catherine Middleton.
Não tem outro nome possível de fazer o papa João Paulo II do que Jon Voight, que interpretou a vida do papa beatificado em filme de 2010. Deveriam refazer a produção com um roteiro melhorzinho. JV foi perfeito!
E Oliver Stone já deve estar pensando na nova obra polêmica e de teoria da conspiração sobre a morte de Bin Laden, bem a la JFK...o que não impede de produções com brutamontes. Porque, sério, quem matou o cara foi o Rambo, ah se foi...
É só esperar.

01/05 - Eu já sabia!!!

mal o cadáver esfriou, já ta anunciado o primeiro da lista acima. Kathryn Bigelow, ganhadora do Oscar por Guerra ao Terror, dirigirá o longa Kill Bin Laden.
É só o primeiro, podem apostar.
Eu ainda prefiro Rambo....

terça-feira, 26 de abril de 2011

Querido Clark Kent, de Smallville

Clark de Reeve,a mess!
Superman é Kal-El. Clark é seu alter ego. Foi assim que sempre entendi a estória.
E na reta final de Smallville, finalmente somos apresentados ao Clark Kent que tenho como referência. Aquele pateticamente simpático e adorável, construído por Christopher Reeve com maestria, todo atrapalhado, envergado, de voz disfarçada e com o trejeito marcante de ajeitar o óculos absurdamente nerd.

O Clark de Tom Welling era, até então, Kal-El. Perfetinho, atlético, corajoso, olhos e sorriso inconfudivelmente lindos de morrer, alguém que jamais passaria batido na multidão.

Repararam na inspiração de Reeve...
Entre este Kal-El e o Superman, não sei bem como ter mais alguma diferenciação. Talvez de postura, auto confiança, mas também não teremos tempo suficiente para notar, acho eu.
Ver surgir este Clark clássico, contudo, todo pensado e interpretado com base no trabalho de Reeve, foi bem bacana.
obs - prefiro muito este esteriótipo de Clark ao do seriado da década de 90 (Lois & Clark). Brandon Routh bem que tentou seguir a linha de Reeve, mas não encontrou o tom, nem tinha o charme necessário.

E assim Smallville vai se despedindo super dignamente.
Mais dos que o weeding show de Kate com o príncipe William, quero é ver o Yes de Lois e Clark (por sua conta e risco, veja a foto escondida abaixo).
Só espero que possamos ver o Super, uniformizado e voando (de prefeência ao estilo CLois), mais do que 15 segundos.
De resto, é só relaxar e curtir.

Foto casamento CLois